quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Todos nós somos o infinito.

Eu sou a mesma borboleta que falece e renasce inúmeras vezes, de diversas maneiras na mesma eternidade, que bebe a sabedoria de sua
própria fonte e que transmuta ao desconhecido espaço além da
tridimensão.

Eu sou a transcendência quântica, gradual e explorável, que nos faz gerar a vida, pois eu sou vida e tudo o que há em mim também a é e esta está conectada com todas as outras possibilidades de vida.

Sou a identidade genética e a missão do passado, sou o resultado e a presença do futuro. O presente não possui espaço e todas as formas
de expressão não são dadas em contato com a comunicação sujeito/objeto, mas sim quando ambos se transformam em um só fenômeno e todas as outras esferas se transformam a partir da mesma mecânica, que transcende o racional e a
inspiração.

Somos o contrário do que somos e somos o que somos ao contrário.

Somos a gradativa metamorfose da sofisticação imaterial, do movimento invisível e do renascimento da ciência, do pensamento, da arte e dos mistérios e este texto não possui um fim.